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IX Seminário Anual online do Gege, Unesp, acontece hoje

1:59 pm em Mapas na Web e Geoinformação, Notícias por Viviane Prestes

O portal MundoGEO convida os interessados em participar do IX Seminário Anual do Grupo de Estudo em Geodésia Espacial (Gege) da Unesp, que será transmitido online dia 17, a partir das 14h.

O tema deste ano será “GNSS em Tempo real”, com o objetivo de congregar pesquisadores envolvidos com a geodésia espacial e assuntos correlatos, para discutir a situação atual e perspectivas dentro da realidade brasileira.

Confira a programação completa do webinar:

14h às 14h30: Abertura e Histórico do Gege, com João Francisco Galera Monico

14h30 às 14h50 – NTRIP: desvendando o código e criando funções de fácil uso, com Milton H. Shimabukuro e Rogério Takeshi Oyama.

14h50 às 15:10 - PPP em tempo real com estimativa dos relógios dos satélites GNSS, com Haroldo Antonio Marques

15h10 às 15h30 – DGPS e RTK em rede: resultados e perspectivas para tempo real, com Daniele Barroca Marra Alves e Paulo Sérgio de Oliveira Júnior

15h50 às 16h10 - A contribuição da Rede GNSS-SP para posicionamento em tempo real no Estado de São Paulo, com João Francisco Galera Monico

16h10 às 16:30 – TEC e RoT em tempo real, com Claudinei Rodrigues de Aguiar

16h30 às 16h50 - VRS usando redes neurais (Wagner Carrupt Machado)

16h50 às 17h10 – Comparação das estimativas do atraso zenital troposférico em tempo quase real, entre os softwares GAMIT e GIPSY (Guilherme Poleszuk dos Santos Rosa e Vinicius Francisco Rofatto)

17h10 às 17h30 – O projeto Cigala: situação atual e resultados esperados, com Marco Aurélio M. Mendonça

17h30 às 17h50 – O projeto Encore: situação atual e resultados esperados, com Marcelo Solfa Pinto

17h50 – Encerramento

Este seminário é indicado para pesquisadores, professores, alunos e demais interessados que atuam na área de geodésia, aplicações do GNSS e áreas afins. O evento é uma realização do Gege em conjunto com o Departamento de Cartografia e o Programa de Pós-graduação em Ciências Cartográficas da Unesp. A mediação das apresentações será feita por Heloísa Alves da Silva e Tayná Gouveia.

Serviço
Seminário do Grupo de Geodésia da Unesp: GNSS em Tempo Real
Data:Sexta-feira, 17 de dezembro 2010
Hora:14h às 18h (horário de Brasília)

Requisitos de Sistema
PC – Windows 7, Vista, XP ou 2003 Server
Macintosh – Mac OS X 10.4.11 (Tiger) ou mais recente

Vagas limitadas!
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https://www2.gotomeeting.com/register/918743218

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Transporte público de Vitória agora conta com localização via GPS

5:20 pm em LBS e Navegação, Notícias por Viviane Prestes

A partir de hoje, os usuários do transporte coletivo de Vitória poderão saber, através da internet ou de telas indicativas, o horário em que os ônibus passarão nos pontos.

Os horários desses carros será obtido pelos navegadores GPS instalados em cada ônibus das linhas intermunicipais.

O Ponto Vitória tem monitoramento da frota em tempo real e por isso é um projeto pioneiro no Brasil. O programa é uma iniciativa da Setran (Secretaria de Transporte e Infraestrutura Urbana).

O acompanhamento poderá ser feito por polos geradores de informação, televisores que indicam os horários de chegada e saída dos ônibus. Atualmente, esse tipo de sistema está presente em frente a Prefeitura de Vitória. Não há previsão para a instalação em outros locais.

Como funciona

O usuário deve identificar o seu ponto de partida, através do número do ponto, bairro, nome da rua ou ponto de referência.

Segundo a secretaria, a margem de erro pode chegar a três minutos, devido à acidentes, obras, desvios ou aumento no fluxo de veículos.

Fonte: ES Hoje

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por InfoGPS

Confenar e Pósitron entram em parceria para compra de rastreadores

5:49 pm em Notícias, Rastreamento por InfoGPS

A Confederação Nacional das Revendas AmBev e das Empresas de Logística da Distribuição (Confenar) e a Pósitron Rastreadores anunciam parceria para implantar o sistema de controle de frota em tempo real e telemetria.

O rastreador instalado irá transmitir informações utilizando as tecnologias Global System for Mobile Communication (GSM) e General Packt Radio Service (GPRS), que são padrões digitais de comunicação de voz e dados.

Assim, a central de atendimento disponibiliza, via web, todas as informações em tempo real para as revendas.

Já o sistema de telemetria tem como característica gerar economia nas operações de entrega, principalmente no que se refere ao desgaste dos veículos e à prevenção de acidentes.

Com o Movimento Diário de Veículo (MDV) é possível controlar, automaticamente, a jornada de trabalho de acordo com a característica de cada revenda. Essa ferramenta está ligada aos rastreador Pósitron RT 140.

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por InfoGPS

Motorola lança navegadores GPS TN700 e TN500

11:23 am em Edição 12, Edições, Navegando, Seções das Edições por InfoGPS

Ambos os dispositivos possuem Bluetooth para uma conexão de dados. A ferramenta de pesquisa dos navegadores aumenta a base de pontos de interesse.

O TN500 possui um visor de 4,3 polegadas widescreen, pista de orientação, função text-to-speech. O TN700 possui uma tela de 5,1 polegadas, com todos os recursos do TN500 mas algumas funcionalidades adicionais, tais como informações de tráfego em tempo real e visualização de edifícios em 3D.

Ambos os dispositivos serão lançados no primeiro semestre de 2010 por um preço ainda não divulgado.

por InfoGPS

GPS, privacidade e controle

11:23 am em Edição 11, Edições, Régis Bueno, Seções das Edições por InfoGPS

Na linha do tempo do posicionamento geodésico por tecnologia GPS/GNSS, estamos a mais de 25 anos do princípio. Apesar de sua popularidade, vários conceitos ainda são pouco esclarecidos entre a massa de usuários que cada vez mais toma maior corpo. Por exemplo, há pessoas que acreditam que o receptor envia sinais para os satélites. Na realidade o receptor GPS somente recebe sinais.

Os satélites GPS transmitem sinais continuamente e estes são recebidos pelos aparelhos que, a partir de medições com eles, realizam cálculos e determinam a posição com relação a um sistema geodésico de referência, ou seja, um sistema que inclui um modelo geométrico da Terra. Neste sistema se determina com acuracidade variada a posição do ponto onde está a antena do receptor. Só isso, a princípio.

Bem, este só isso é muito. Tanto que revolucionou ciências e, sem nos darmos conta de todas as implicações, já é uma tecnologia estratégica, sem a qual várias outras deixariam de ter a viabilidade ou a eficiência apresentada atualmente.

A conquista do conhecimento de como determinar a longitude nas navegações, solucionou o que se denominou de o problema da longitude no século XVIII. Para termos uma noção de sua magnitude, pode-se citar, por exemplo, que foi motivador de mentes de cientistas como Isaac Newton e o objeto de disputa entre as nações europeias. Foi a invenção do cronômetro por volta de 1735, pelo inglês John Harrison, que obteve o êxito. Vale a pena conhecer a epopeia narrada por Dava Sobel em seu livro Longitude.

Esse conhecimento, além do que representa para a navegação, que permite rotas seguras, ao evitar pontos perigosos no mar previamente posicionados, também proporcionou ir e vir com eficiência, mas permitiu que as nações registrassem com menor incerteza, junto ao Vaticano, as novas terras conquistadas, discriminando-as de outras.

O princípio de identificar as terras descobertas, com a latitude e longitude dos pontos de seus perímetros, prevaleceu e é usado para a identificação de imóveis hoje.

Até a década de 1960 a navegação empregava os procedimentos astronômicos para a determinação da posição dos navios e a Geodésia também usava procedimentos similares para a realização das redes geodésicas. Com o desenvolvimento da tecnologia de posicionamento geodésico por satélite a partir daquela década, notadamente pela geração representada pelo GPS (80), o posicionamento geodésico, até certo nível de acuracidade, foi facilitado largamente, ampliando sobremaneira o campo de utilização das informações espaciais produzidas.

Embora o receptor GPS propriamente dito não envie sua localização para os satélites, existem sistemas aos quais ele pode estar integrado, que podem fazê-lo por objetivos e meios diferentes de comunicação. Assim se dá com os sistemas de monitoramento de frota. Porém, neles, essa ação é controlada e mantida sob sigilo pelo gestor do sistema.

Por outro lado, pode haver o viés perverso da tecnologia, o mau emprego de sistemas ou aproveitamento de situações, decorrente do desconhecimento ou de intenções diversas. Assim, conviveremos com a possibilidade do usuário transferir dados sobre si, sem consentimento ou por descuido, divulgando informações importantes.

O conhecimento do deslocamento no tempo e no espaço, correlacionado com outras informações facilmente obtidas, se traduz em um poder muito grande sobre uma pessoa ou sociedade e as tornam suscetíveis sob vários aspectos. Portanto, antes de usar tais sistemas, com baixo nível de segurança, ou que divulguem abertamente a sua posição, é necessária a devida reflexão.

Neste contexto, é preocupante a tendência das novas gerações em se descuidarem com a exposição de seus comportamentos e informações pessoais na internet, bem como a ingerência de grupos sobre o uso de informações postadas. Se este comportamento descuidado se repete para com sistemas que registram e difundem o posicionamento através da rede, haverá maior potencial de prejuízo às liberdades individuais, podendo redundar em excessivo controle por parte de Estados ou grupos de interesse.

Régis Bueno | regisbueno@uol.com.br

por InfoGPS

Google Maps mostra trânsito em tempo real no Brasil

11:23 am em Edição 11, Edições, Mapas Online, Seções das Edições por InfoGPS

O Google Maps anunciou um novo serviço de informação de trânsito em tempo real no Brasil e que já está disponível para os usuários.

A ferramenta é apresentada da seguinte maneira: as informações de trânsito são traçadas em linhas sobre os mapas do Google, indicando como está a movimentação de automóveis nas principais vias, avenidas e estradas de cidades. A cor verde indica fluxo rápido; amarelo, um pouco lento; vermelho, congestionado; e preto com tracejados vermelhos, provavelmente parado.

Os usuários do site poderão ter acesso as informações de trânsito em tempo real das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Google Maps mostra trânsito em tempo real no Brasil

por InfoGPS

Softwares para gerenciamento e monitoramento

11:23 am em Edição 10, Edições, Seções das Edições, Software para monitoramento de veículos por InfoGPS

Por Ágatha Branco

A possibilidade da transportadora obter informações onlie de sua frota, com detalhes sobre a localização, tempo restante para a carga chegar ao destino ou a performance do motorista, e que ao mesmo tempo auxiliem gestores a controlar os custos da frota e a melhorar a eficiência das operações, sem dúvida é o modelo de negócios desejado por pequenos e grandes frotistas, embarcadores e seguradoras.

Como as tecnologias de ponta desenvolvidas para localização, rastreamento e monitoramento de veículos, disponíveis no mercado, em um primeiro momento eram indicadas para segurança da carga e do caminhão, hoje a sua empregabilidade é muito maior, com diversas soluções e aplicações. E o software para o gerenciamento é a principal ferramenta de informação após a escolha da tecnologia embarcada.

Ricardo Imperatriz , diretor da GolSat, afirma que o veículo rastreado é comprovadamente uma ferramenta empresarial já que, “auxiliam empresários e gestores a controlar os custos da frota e melhorar a eficiência das operações”.

As gerenciadoras de risco são as principais usuárias desses softwares, desenvolvidos pelas empresas que atuam na área de equipamentos para rastreamento e monitoramento de veículos. Os softwares para o gerenciamento de carros, caminhões e cargas, dependendo da tecnologia embarcada, são parametrizáveis e têm características que são imprescindíveis na hora da contratação do serviço.

Francisco Gabriel, diretor da gerenciadora de risco Advance, afirma que a central de monitoramento utiliza os mais modernos sistemas de rastreamento oferecidos ao mercado nacional. “São empregados de acordo com a necessidade de nossos clientes, levando em consideração as condições obrigatórias das apólices de seguros do transporte rodoviário de carga, tipos de mercadorias, valores em risco e regiões de abrangência”.

Gabriel ressalta que “apesar de alguns rastreadores fornecerem software com capacidade de até mil unidades, isso pode ocasionar uma lentidão na base de monitoramento, constantes quedas no sistema e comprometimento de um link de boa qualidade. Os sistemas atuais permitem que sejam enviadas à base de monitoramento, posições de minuto a minuto, porém de nada adianta se a empresa que monitora não estiver bem estruturada”.

Porém, a gerenciadora não escapa de desenvolver seu próprio software. “Verificando as nossas necessidades internas e operacionais, desenvolvemos um software em conjunto com a Delta System, com a finalidade de implementarmos novas medidas preventivas e de segurança no que tange ao monitoramento do auto-carga, além de um novo produto voltado à logística de nossos clientes”, completa Gabriel.

Sandro Azevedo, superintendente comercial da Sascar, comenta que as gerenciadoras e seguradoras querem uma solução que reúna todas as funcionalidades do ponto de vista de segurança na viagem, para atender o Plano de Gerenciamento de Risco (PGR). “É importante ressaltar que o software é feito baseado nas funções do hardware”, explica.

O software também conta com funcionalidades como, por exemplo, a rota pré-definida para o caminhão seguir, e se por qualquer motivo ele sair da rota sem autorização, o software tem que tomar as ações de segurança. Outras funções indicadas por Azevedo são baseadas na inteligência embarcada: “são as funções pré-programadas no software e no hardware, e servem para que o equipamento instalado no caminhão, em uma situação de risco, tome a decisão sozinho. Por exemplo, se estiver programado, automaticamente é feita a proteção do caminhão, trava as portas do baú e ainda não permite parada do veículo sem solicitação prévia”, completa.

Além dessas informações é possível configurar uma série de eventos ao mesmo tempo, como funções importantes do sistema e possibilidade que sejam parametrizados eventos que indiquem potenciais roubos. A inteligência embarcada permite otimizar a operação da frota.

Integração de softwares

Com tantas tecnologias e empresas desenvolvedoras atuantes nesse nicho, fica difícil imaginar como integrar todos esses softwares. E esse é apenas um dos fatores que podem ajudar a vida do operador. Tony Geraldes, gerente comercial da Brasil Risk , afirma que “falta, por parte das empresas de tecnologia, uma integração maior com as gerenciadoras de risco, que são as empresas responsáveis pela utilização do sistema”.

“Empresas com diferenciais no software que permitam agilizar ou otimizar os processos podem ser balizadas por baixo, já que a integração vai permitir as funções básicas do software”, afirma Azevedo, que acredita que a integração não seria uma boa solução, já que o trabalho das empresas de tecnologias é reunir o máximo de necessidades, em termos de novas funcionalidades das gerenciadoras para incorporar ao software.

A integração é possível, mas é necessário um alto investimento. “Basicamente é a criação de uma matriz, reunindo todas as funções das tecnologias visando à padronização para o operador de monitoramento. Esta é uma definição simplista, pois existem tecnologias mais avançadas do que outras, mas já estão disponíveis alguns softwares no mercado que conseguem identificar tais diferenças”, explica Geraldes.

Embora saiba-se que o investimento é constante no aprimoramento das ferramentas, algumas empresas acabam segurando o momento certo para atualização dos softwares, conforme afirma Geraldes. “As empresas de tecnologia investem, mas precisam ter o retorno, então, com certeza já devem existir versões muito mais sofisticadas dentro dessas companhias, aguardando apenas o momento comercial adequado para serem lançadas”.

Um exemplo de integração é o SIAD (Sistema de Integração Advance), “que permite integrar os rastreadores à nossa central de operações, os transportadores e embarcadores, agilizando assim todo processo de informação sobre os auto-carga”, explica Gabriel.

As discussões entre integrar ou não os softwares estão em torno do ponto positivo, que é poder extrair o máximo de cada tecnologia, e negativo, que é o custo alto do recursos humanos para o treinamento de pessoal da central de monitoramento. “Com a adesão de um software integrador, com certeza os custos seriam reduzidos e a eficiência das centrais de monitoramento aumentaria significativamente. A ideia principal de um software integrador é, além de unificar a tela operacional e recursos de sistema, automatizar as funções preventivas que são muitas no modelo utilizado hoje, deixando para os operadores apenas as situações críticas”, completa Geraldes.

Olho na tela

A ferramenta humana ainda é indispensável e fica difícil imaginar que um único operador monitore, ao mesmo tempo, até 70 veículos divididos em quatro softwares diferentes em uma única tela, porém as gerenciadoras consideram o tipo de operação de acordo com a apólice de seguro, como é o caso da Brasil Risk. “Analisamos cada operação e de acordo com PGR/Apólice de Seguro, produto, áreas de risco podemos dimensionar a operação da forma mais segura. O máximo de veículos monitorados por operador em nossa empresa é de 40 veículos”, afirma Geraldes.

Ainda sobre o fator humano, se o operador não for bem treinado e não estiver ligado na tela do computador, algumas eventualidades podem acontecer durante o monitoramento, que podem ser de natureza humana, relacionadas ou à falta de procedimentos de um motorista ou desatenção do próprio operador.

Fatores que são de natureza tecnológica, como por exemplo área de cobertura, link inadequado e especialização de quadrilhas, que atuam nos constantes roubos de carga e na maioria dos casos já tomaram todo conhecimento das regras de seguro e do emprego dos rastreadores, fazendo as suas ações, previamente planejadas e organizadas.

Sobre os custos da licença do software, Sandro Azevedo informa que não são cobrados das gerenciadoras de riscos. “Temos por definição não cobrar o software das gerenciadoras, por serem parceiras estratégicas e quem paga é o cliente pelo serviço de monitoramento. Mas se o cliente quiser fazer uso da licença do software, é cobrado um valor”.

O custo da transportadora para gerenciar fica em torno de 180 reais por veículo monitorado, porém esse valor pode cair de acordo com a quantidade de equipamentos ou contratação de outros serviços da gerenciadora, ou ainda parcerias com a companhia de seguros da corretora.

Por isso todo cuidado é pouco e em caso de perda do sinal do equipamento embarcado, os procedimento são reestabelecer o sistema e acionar a polícia e uma empresa de escolta da região próxima à última posição indicada do veículo.

O mercado de gerenciamento de risco não se restringe apenas a equipamentos rodoviários ou cargas. Desde peças de grande porte, containers, e até pessoas estão na lista de possibilidades que podem ser monitoradas pelas tecnologias e softwares disponíveis. “Ainda existe um vasto mercado a ser explorado em nosso território”, finaliza Gabriel.

Software para gerenciamento

Cada empresa de tecnologia cria e desenvolve seu software de acordo com as aplicações do equipamento embarcado, porém na maioria a entrada das informações é igual, bem como os alertas. Com informações detalhadas e de fácil leitura é possível administrar no mesmo software, desde a ficha completa do motorista até os pontos da localização.

A seguir algumas imagens do software desenvolvido pela Sascar para localização, monitoramento e gerenciamento.

1. Visualização do grid, que informa a localização, velocidade, modelo do veículo e seis opções de campo livre para o operador adicionar novas indicações e o mapa para visualização dos veículos.

2. Configuração e criação de macros.

3. O software permite o cadastro completo de um motorista, podendo armazenar informações como data de contratação, tipo de habilitação, foto do condutor, entre outras informações.

4. Tela que mostra os relatórios necessários para um monitoramento e rastreamento completo do veículo. Relatórios como o de posição, comandos enviados, alertas, mensagens, entre outros.

5. Tela que permite a visualização das imagens obtidas pelas câmeras instaladas nos veículos.

6. Tela de informações gerais do veículo, além dos relatórios pode-se visualizar o tipo de equipamento e quais sensores e atuadores o veículo possui.

Abaixo algumas imagens do software desenvolvido pela GolSat para controle de custos da frota.

1. Manutenção: Lançamento das manutenções realizadas no veículo.

2. Regras de Alerta: Alertas que deseja receber via SMS e/ou via email.

Outros softwares utilizados pelas gerenciadoras de risco para a localização e o monitoramento de veículos:

Autotrac

Controlloc

Omnilink

OnixSat (JaburSat)

Imagens encaminhadas pela Brasil Risk.

por InfoGPS

Rodrigo Costa

11:23 am em Edição 10, Edições, Entrevista, Seções das Edições por InfoGPS

Por Ágatha Branco

A Autotrac foi fundada em 1993, mas iniciou suas operações em 1994. Não é a primeira, mas é a que tem mais tempo de atuação, tendo como diretor de marketing e vendas o executivo Rodrigo Costa, que é especialista em logística pelo Latin American Logistics Center (LALC de Atlanta – Estados Unidos), possui MBA em telecomunicações pelo Instituto Brasileiro de Mercado e Capitais (IBMEC), é pós-graduado em marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), e graduado em comunicação Social (Publicidade e Propaganda) pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Rodrigo nos conta um pouco do futuro da empresa que, segundo ele, tem a cara do fundador Nelson Piquet.

InfoGPS: Qual a relação da Autotrac com o mercado?

Rodrigo Costa: Com a cara do fundador Nelson Piquet. Pode-se dizer que a Autotrac é campeã tanto em tempo de operação como em quilômetros rodados por seus produtos embarcados, com mais de 15 anos de operação e uma estrutura onde as palavras-chavesão discrição e redundância. Sua base situa-se no Distrito Federal, dentro da Universidade Federal de Brasília, e embora tenha sua fachada discreta, temos um interior de conteúdo e tecnologia de ponta, investindo sempre em desenvolvimento.

IGPS: Com todo esse histórico, o que a empresa está preparando para os próximos anos?

RC: A Autotrac é uma sociedade anônima de capital aberto, sempre foi uma S.A, porém em 2006 a empresa resolveu se tornar uma companhia aberta, pois tem pretensões de negociar ações em bolsa no futuro. Para isso temos que criar uma nova cultura na empresa, com profissionais com princípios de governança corporativa.

IGPS: Qual o modelo de negócio da Autotrac?

RC: A empresa conta com um modelo de negócio que é o mesmo das montadoras, com uma matriz onde estão todas as diretorias, e as filiais estão como autorizadas. São no total 13 autorizadas, , nas cinco regiões do Brasil, com 34 locais onde nossos clientes podem chegar e ser atendidos. Isso soma mais de mil colaboradores, que chamamos de rede Autotrac. Valorizamos o trabalho em equipe, a velocidade das soluções, a credibilidade no mercado, a responsabilidade, inovação, eficiência e resultados que fazem com que a empresa seja a cara do proprietário.

IGPS: Qual é a participação da Autotrac no mercado de rastreamento?

RC: Não fomos os primeiros nesse segmento, porém a empresa representa a maior fatia desse mercado de rastreamento, com participação estimada de 72% do transporte rodoviário, 14% em utilities e 8% de ferrovias. Nós adotamos um modelo de negócios diferente, mas que funciona muito bem. A empresa conta com 18 mil clientes, entre transportadoras, embarcadoras, ferrovias, hidrovias, órgãos do governo, utilities e transporte de valores. Dentre todos esses clientes, a taxa de inadimplência é baixa, o que acaba fortalecendo a atuação nesse mercado.

IGPS: Quais as tecnologias adotadas pela Autotrac para o rastreamento e localização?

RC: Temos produtos com base satelital, que exige muito investimento e com base celular, com várias aplicações, que variam de acordo com a necessidade do cliente. O equipamento satelital serve para qualquer aplicação, diferente do equipamento com base celular, que tem restrições de cobertura, e isso só vai mudar se o eixo econômico do Brasil também mudar.

IGPS: O que a empresa tem feito em relação à segurança de todos os dados?

RC: Criar sistemas para melhorar a performance da empresa de transporte é um desafio, porém desafio ainda maior é manter essas informações em segurança. Assim investimos em backup do backup, com mais um backup para redundância.

por InfoGPS

Realidade Aumentativa

11:23 am em Edição 10, Edições, Pedro Ivo Faria, Seções das Edições por InfoGPS

A união dos navegadores pessoais com os telefones celulares criou uma forma de aproveitar as funcionalidades de ambos. Dos mapas offboard à possibilidade de descarregar, em tempo real, informação sobre o trânsito ou pontos de interesse, há um conjunto de serviços que visam melhorar a forma como aproveitamos aquilo que a tecnologia nos oferece.

Mesmo assim, esse tipo de incursão tem pecado por não melhorar a experiência de uso em si, afetando apenas a quantidade de informação que é possível disponibilizar ao usuário ou aos algoritmos de cálculo de rotas.

A forma como usamos as mais recentes versões do software de navegação continua a mesma, pouco mudou nos últimos anos. É certo que os mapas estão cada vez mais completos, que já existem projeções tridimensionais de muitos edifícios ou mesmo a possibilidade de navegarmos sobre fotos reais e não mapas digitais, mas tudo isso é muito pouco comparado com o que está para chegar.

A realidade aumentativa é um conceito antigo, mas que só agora recebeu impulso, devido à combinação GPS + celular. Na prática, a tecnologia consegue colocar informação digital sobre imagens reais obtidas em tempo real. Confuso? Nem por isso.

Essa mesma tecnologia está sendo usada com um enorme sucesso em jogos de Realidade Aumentativa, como o The Hidden Park, www.thehiddenpark.com, onde são adicionados objetos, adversários e obstáculos digitais ao ambiente que está à sua volta.

Mas é na utilização cotidiana que esse tipo de tecnologia pode ser mais útil, como foi demonstrado pela IBM durante o torneio de tênis de Wimbledon de 2009. Uma aplicação chamada IBM Seer www.youtube.com/IBMScout combinava as imagens obtidas pelo celular com a localização indicada a partir do receptor GPS e da bússola digital internos, oferecendo um guia e um mapa interativo, formado a partir de dados recolhidos em tempo real.

O usuário pode saber que existe um local com certas características a algumas centenas de metros, ter acesso a uma foto para conseguir reconhecê-lo mais facilmente, outras alternativas nas imediações e até o caminho que deve seguir (esta é a parte básica da navegação por GPS) sem abandonar o modo de navegação.

Já existem algumas soluções que vão de encontro a este tipo de expectativa mas o fazem de uma forma desconectada. O que se passa à sua volta, o que está sendo reproduzido na tela do navegador e o que é possível extrair dos pontos de interesse são realidades bem distintas e só se juntam na cabeça do usuário, que terá que estabelecer pontes entre elas.

O recurso da Realidade Aumentativa, em conjunto com os serviços de localização, permite uma imersão completa na experiência de navegação e a junção do mundo real e virtual num único ponto.

Enquanto a assistência à condução dessa tecnologia pode colocar indicações sobre as imagens obtidas em tempo real, como setas mostrando onde deve virar, as entradas dos estacionamentos ou mesmo veículos policiais nos locais onde é efetuado o controle de velocidade. Pode ajudar o usuário a decidir estacionar o veículo e percorrer o resto do percurso a pé, por exemplo, ou saber de imediato exatamente onde se encontra o seu destino.

A tecnologia já existe e está disponível, e os celulares já estão em comercialização. Falta apenas uma aposta mais ampla na junção dos diversos componentes para transformar por completo a forma como utilizamos os LBS.

Pedro Ivo Faria – pedrofaria@pcdebolso.com

*Pedro Ivo Faria é editor do portal pcdebolso.com

por InfoGPS

Rastreador na linha de montagem

11:23 am em Certificação, Edição 09, Edições, Seções das Edições por InfoGPS

Por Ágatha Branco

Motoristas das principais capitais brasileiras têm a sensação de que, a cada dia que passa, mais tempo demoram para chegar ao trabalho, e posteriormente retornar para casa. Não é só sensação. É a realidade de um país com uma frota estimada em 35 milhões de veículos, entre carros, utilitários e caminhões, além das 10 milhões de motocicletas. Essa frota soma, a cada ano, mais três milhões de veículos novos e um milhão de motos, sendo que aproximadamente 1% do total da frota é roubada todos os anos, um valor altíssimo que preocupa não apenas os motoristas, mas também as seguradoras, as financiadoras e órgãos governamentais.

Partindo dessa preocupação, por determinação federal, foi sancionada a lei 121, em fevereiro de 2006, na qual criou-se o Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao Furto de Veículos e Cargas, originando a resolução 245 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Em resumo, a partir de agosto deste ano, 20% da frota nacional deverá sair de fábrica com um dispositivo antifurto que permita o bloqueio e o rastreamento do veículo.

Há mais de um ano, montadoras, provedores de serviços, operadoras de telecomunicação e fornecedores de equipamentos discutem em reuniões realizadas entre a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco e Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento (Gristec) e Contran, detalhes relativos aos procedimentos a serem tomados diante da resolução. As discussões pairam sobre o funcionamento do sistema, mudanças de provedores do sistema, compatibilidade entre redes, implementação do protocolo ACP (Protocolo de Aplicação de Comunicação), ciclo de vida dos equipamentos, entre outras especificações.

A visão da Volvo, por exemplo, é bastante positiva, pois a resolução traz grandes oportunidades para o mercado brasileiro. “Esta resolução coloca o nosso país em posição de vanguarda mundial no segmento de telemática automotiva. Com base nisso, a Volvo está enviando todos os esforços para o atendimento da resolução nos prazos solicitados pelo governo, os quais são bastante apertados, considerando-se o amplo conteúdo do projeto”, comenta Christiano Blume, gerente de projetos de telemática da Volvo do Brasil.

Um outro fator importante é que as montadoras devem seguir as diretrizes de implantação durante a linha de montagem, de acordo com a regulamentação do governo, e em um curto espaço de tempo. “Nossa ambição nessa área é muito maior do que as exigências do governo, mas em função do prazo curto, num primeiro momento, estaremos, como a maioria das montadoras, atendendo o que a lei exige. E em um segundo momento certamente estaremos ampliando o escopo nessa área”, enfatiza Blume.

A pergunta que mais intriga os consumidor é “quanto vai custar?”. As montadoras ainda não divulgaram valores de quanto isso irá significar no custo final do veículo, seja pelo fato de ainda estarem concluindo seus projetos ou por questões que ainda não podem ser divulgadas. Porém já é possível saber que, quanto maior o volume, a tendência é que os preços caiam drasticamente. Segundo Blume, “esse número ainda não foi totalmente apurado, uma vez que ainda estamos em fase de conclusão das especificações técnicas demandadas pelo governo. Não gostaríamos de especular antes de ter um valor definitivo”.

Em meio à crise é uma oportunidade para o crescimento desse mercado, principalmente para empresas corporativas de pequeno porte, que poderão incluir novas funções e usar a criatividade para customizar seus serviços. “Vemos um grande potencial e crescimento deste mercado em nosso país, principalmente para veículos comerciais e uma tendência à comoditização e modularização para aplicações mais sofisticadas na área de segurança, o que trará grandes benefícios aos frotistas, principalmente os que operam com cargas rastreadas. Existe também um grande potencial de redução de custo neste tipo de equipamento e serviço em função da economia em escala”, conclui Blume.

Se o veículo for segurado, os clientes poderão eventualmente gozar de descontos no prêmio anual, de acordo com regras a serem estabelecidas pelas seguradoras. Com relação aos veículos comerciais, ofertas de outros serviços aplicados ao equipamento deverão surgir no mercado com grandes benefícios para o frotista. No fim, poderão acontecer a redução de custo operacional, gerenciamento de frota, controle de manutenção, aumento da disponibilidade dos veículos, entre outros.

A Volvo informa que os primeiros modelos a conterem o equipamento a partir do segundo semestre serão os veículos rígidos, ou seja, aqueles caminhões preparados para receberem carrocerias ou implementos sobre o chassi. Já os cavalos mecânicos somente serão equipados com os rastreadores a partir de agosto de 2010, conforme determina a resolução governamental.

Grandes Números

Algumas empresas de rastreamento que antes não acreditavam muito na implantação dessa lei, hoje acreditam no sucesso. Com todas as barreiras bem definidas, do dispositivo e da ativação do equipamento, é possível criar cenários positivos, que irão alavancar inúmeros serviços baseados na localização.

Para José Mello, vice-presidente comercial da Zatix, que tem participado ativamente das reuniões,“é um sistema muito certo que está sendo feito, e existe uma preocupação muito grande com os sigilos das informações, e não tem nada tão avançado como o que tem sido desenvolvido no Brasil”. É um serviço que será inovador no mundo inteiro, afirmando que muitos países estão de olho nos procedimentos. “Vai gerar um mercado muito rico, seja de empresas regionais, seja de valores agregados”, completa Mello.

No final de 2008, surgiram muitas empresas de rastreamento e monitoramento, e a estimativa é de mais de 300 empresas atuando do mercado. Porém com a consolidação desse mercado e com a mudança de cenários, as empresas que vendiam o equipamento agora vão passar a ser prestadoras de serviços. De acordo com o Denatran e Anatel, poucas passarão pelos rigorosos e apurados critérios de homologação definidos por elas. Todas as empresas homologadas estarão habilitadas a prestar serviço de rastreamento e monitoramento a qualquer equipamento original de fábrica que atenda à resolução 245. O motivo é que todos operarão dentro de um protocolo de comunicação comum (ACP 245), que permitirá ao usuário final a livre escolha da prestadora que melhor atender.

A Scania, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que cumprirá os prazos de atendimento da legislação 245 do Contran, mas no momento não informa os procedimentos para a adequação à resolução. E até o fechamento desta matéria, outras montadoras consultadas, como Fiat, Volkswagen e General Motors do Brasil, não se pronunciaram.

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