Há muito tempo se vê matérias afirmando que, com a chegada de novos dispositivos móveis, os dias do famoso PC (Personal Computer) estão contados. Vide a entrada do iPhone no mercado. Não há nada formal sobre isto, principalmente no Brasil. Apesar de que, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), publicados no site R7, o número de computadores em uso atualmente no Brasil é de 72 milhões. Mais a frente ainda estão os celulares, com mais de 194 milhões de unidades no país, de acordo com dados oficiais da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).1×0 para os celulares. Porém, com o avanço do Plano Nacional de Banda Larga, haverá muitas mudanças e o destino parece incerto no Brasil. Entenda como isso se reflete nos serviços de geolocalização.
Recentemente o Apontador, site que oferece serviços baseados em localização, lançou as apostas da empresa para o setor mobile. O ApontaOfertas, que agrega informações de outros portais de compra, e a versão mobile do site Apontador.
Através do Apontador, para celular, o usuário pode comentar sobre um local, fazer check in, e compartilhar através do Facebook e do Twitter – tal como uma rede, mas Rafael Siqueira, CTO da LBS Local, detentora do Apontador, afirma que a ideia não é essa: “o que queremos é trazer as redes para as pessoas, e não se trata de criar outra rede social”, afirma.
Os investimentos da LBS Local na plataforma mobile foram altos, já que a empresa pretende lançar em janeiro a disponibilidade dos serviços de empresa também para aparelhos BlackBerry e iPad.
“O que é importante para você no dia- a- dia?”
Além de funcionar como um guia para as pessoas, os aplicativos de localização para celular integram conteúdos, e outros recursos tecnológicos, para responder à pergunta “O que é importante para você no dia- a- dia?”. Um exemplo é a Realidade Aumentada. Siqueira explica que o app para iPhone do Apontador também conta com a RA, que traz mais informações sobre os locais apontados pelo usuário, através do celular.
Brasil ainda está na fase PC
Para Rafael Siqueira, o Brasil ainda não está acostumado com as plataformas mobile; primeiro o país está crescendo na versão “desktop online”, para depois ingressar nos dispositivos móveis. “De maneira nenhuma os dispositivos desktop irão perder espaço para os móveis. Pelo contrário, quanto mais aplicações mobile, mais torna-se relevante o uso dos sites”, finaliza Siqueira.
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